Fazê-lo em casa, seguindo instruções de um livro (e ignorando outras para não demorar 56 horas a fazer um tabuleiro de sushi), e saboreá-lo em boa companhia.
Resultado mais do que positivo e só a pedir aperfeiçoamento no arroz. De resto, maravilhoso e estéticamente interessante.
A dona de casa tem apenas uma coisita a apontar: a casa ainda cheira a peixe e já lá vão 48 horas.
Um dia, Joana, teremos uma editora de livros com balcão de sushi feito por nós...
Para mim. Por mim. Pelas Starlights da minha vida que não me deixam desistir e que me dão colo quando preciso. Pelas manhãs sem paragens nos semáforos e pelos fins de semana de estrada em que o carro estremece de músicas que são gritos do Ipiranga. Pelas noites de regresso a casa. Pelas respostas dadas às duvidas e aos fantasmas que ainda andam por aí. Pela procura de outros caminhos. Pela certeza (com fé, mas com certeza) de que os vou encontrar.
É tirar os pontos e ouvir "Só pode lavar o cabelo amanhã... para as microfissuras deixadas pela linha dos pontos fecharem". Ainda pensei "Senhora Enfermeira, se rapasse todo o meu cabelo ía ver que fissuras não faltam, tal é a taxa de emigração neurológica", mas numa camisa de forças, no Miguel Bombarda, era bem capaz de não conseguir de não lavar o cabelo nas próximas décadas, por isso, sorri e marquei cabeleireiro.
Claramente numa clareira sem gente no horizonte e com muito pó, prontinho a ferir os olhos, só pode?! Os desalojados devem pensar que estão no campismo?! Ok, mas só se o senhor vier de mochila às costas até ao Sudoeste, acampar e tomar banho no que é chamado de "casas de banho do recinto" durante 4 dias de pó, calor e com gente bêbeda a cantar como banda sonora. Só aí vou saber que o senhor percebe o que está a dizer.